20 de novembro de 2011

QUANDO A GENTE AMA...


Quando a gente ama, não há fim, não há mapa, não há tristeza sozinha, não há taxímetro estipulando preço. As paredes dão licença. As estátutas conspiram datas. As datas mudam de lugar. É uma corrida solta, dispersa, distraída como uma alegria nova.
— Fabricio Carpinejar.

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